RIO TAPAJÓS

sábado, 30 de março de 2013

MINISTRO DOS TRANSPORTES ACREDITA QUE PORTOS DE MIRITITUBA VÃO ALIVIAR ESCOAMENTO DA SAFRA DE GRÃOS DO CENTRO OESTE.


A crise portuária no Brasil, tem causado incalculáveis prejuízos a Nação, devido  o atraso na entrega, principalmente de grãos aos Países da Europa. A China, inclusive desfez alguns contratos com produtores de soja brasileiros, por causa no atraso na entrega do produto.
O atraso na exportação, não apenas de soja, mas de vários produtos brasileiros está ocorrendo devido o congestionamento nos portos de Santos e Paranaguá. Devido o grande movimento, não apenas de exportação, mas também de importação, estes portos não tem as mínimas condições de atender as demandas e com isso as carretas carregadas de grãos, principalmente soja, ficam mais de 40 dias em filas aguardando a vez para desembarcar os produtos para serem exportados.
Para o Ministro dos Transportes, Paulo Passos, os portos de Miritituba irão aliviar o escoamento da safra de soja, mas só da próxima safra, já que ainda este ano será concluída a pavimentação da BR-163 até os portos de Miritituba. Passos disse a imprensa, que 52% do trecho de terra da BR-163, até os portos de Miritituba, de um total de 883 quilômetros, já foram asfaltados.

Ministro de trasportes Paulo Passos com Peninha
O Ministro dos Transportes, reconheceu que no que depender de ampliação da infraestrutura de transportes, a atual safra de grãos brasileira vai continuar demorando a ser embarcada. Passos afirmou que não há em andamento sob a supervisão do Ministério dos Transportes, nenhuma obra para ser  entregue nas próximas semanas que alivie o problema nos portos para agilizar a exportação de grãos.
Outro problema, é que os órgãos governamentais não estão falando a mesma língua, o que vem atrasando também a construção dos portos em Miritituba. Até hoje, INCRA, TERRA LEGAL , MINISTÉRIO DAS CIDADES E SPU e o próprio Ministério dos Transportes não decidiram sobre a legalização das terras que facilite a instalação destes portos. A melhor solução hoje, para evitar mais burocracia, é repassar estas terras para a légua patrimonial do município, afim de documentar com mais rapidez os portos que estão prontos e os que serão construídos em Miritituba.Algumas obras estão paradas, na sua maioria, por causa do impasse que surgiu agora,  a CDP- Companhia  Docas do Pará está querendo barganhar 160 hectares de terra, e se isto acontecer vai atrapalhar a construção de pelo menos três ou  quatro  portos em Miritituba. Estas terras, caso a CDP ganhe, deverão ser usadas com o famoso modelo de CONCESSÃO para terceiros e poderá causar a retirada de empreendedores, que há anos ocupam esta área em Miritituba para outras áreas, como  Santarenzinho.

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